Casa da Arquitetura inicia novo ciclo com Pedro Violas na presidência

A nova composição cruza diferentes áreas de intervenção e reúne figuras de relevo do panorama cultural, académico e institucional.

O arquiteto Nuno Sampaio, até aqui diretor-executivo e curador-geral, foi reeleito para a direção, dando continuidade à orientação estratégica e curatorial da instituição.

Na Direção, integram ainda Rosário Gambôa, docente do ensino superior e antiga presidente do Instituto Politécnico do Porto, e o arquiteto Eduardo Souto de Moura, Prémio Pritzker e com uma profunda ligação à Casa da Arquitectura, instituição à qual confiou o seu acervo. Integram também este órgão Elisa Ferreira, antiga comissária europeia; ainda, pela Mota-Engil, Elisabete Saldanha, e, em representação da Câmara Municipal do Porto, Jorge Sobrado, Vereador da Cultura e Património.

O Conselho Fiscal será presidido por José Lemos e conta ainda com Paulo Moreira dos Santos, em representação da APDL, e Mónica Monteiro, revisora oficial de contas.

A Assembleia Geral mantém a sua composição, com Luísa Salgueiro, presidente da Câmara Municipal de Matosinhos, na presidência, Avelino Oliveira, presidente da Ordem dos Arquitetos, e Alberto Amorim Pereira, presidente da GAIURB (Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia).

Com formação em Direito e Gestão, Pedro Violas desenvolve atividade na área empresarial, integrando a administração de várias empresas, entre as quais o Super Bock Group, a Solverde e a Cotesi, a par da sua ligação ao Conselho Consultivo do Futebol Clube do Porto.

A reeleita presidente da Assembleia Geral, Luísa Salgueiro, afirma que “este novo ciclo representa uma renovação significativa dos órgãos sociais, reunindo perfis com experiência e ligação à arquitetura que nos dão confiança para consolidar o trabalho desenvolvido e projetar a Casa da Arquitetura para o futuro”.

Esta nova direção, acrescenta ainda Nuno Sampaio, “surge num momento em que a Casa da Arquitetura tem hoje uma dimensão muito diferente da que tinha há nove anos, o que implica repensar estratégias e integrar novas valências. Ao mesmo tempo, há uma clara continuidade de visão, fundamental para garantir estabilidade e foco no longo prazo”.

A nova configuração dos órgãos sociais acompanha o percurso recente da Casa da Arquitetura, reforçando o seu papel na preservação, estudo e divulgação da arquitetura em Portugal e no contexto internacional.
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